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Auditoria ao fumo & qualidade do ar.

A EOLIOS desenvolveu um saber único e reconhecido na análise in situ dos movimentos de ar termoaeráulicos: ensaios de fumo, campanhas de medição e termografia infravermelha para compreender, medir e calibrar.

Ensaios de fumo in situMedições & termografiaLeitura 4 min
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Escoamentos revelados

Fumo morno não poluente: veios de ar, recirculações e zonas mortas tornados visíveis.

Medições in situ

Velocidades e temperaturas do ar registadas por anemómetros e sensores autónomos.

Calibração CFD

Termografia infravermelha para calibrar os parâmetros de entrada das simulações.

01 — Ensaio de fumo

Auditoria termoaeráulica: o ensaio de fumo

A EOLIOS realiza a análise in situ dos movimentos de ar e de calor nas suas oficinas, para compreender o comportamento real das instalações antes de qualquer otimização.

Compreender

  • Deslocamentos de ar reais
  • Identificação das zonas mortas
  • Calibração dos modelos CFD

Medir

  • Conforto termoaeráulico
  • Entradas de ar parasita
  • Acompanhamento das plumas térmicas

Verificar

Porquê realizar ensaios de fumo num estudo termoaeráulico?

Os ensaios de fumo permitem visualizar e compreender os escoamentos de ar e de calor num dado espaço: determinar a dispersão dos poluentes, analisar os fluxos de ar, detetar as correntes de ar indesejáveis, validar os modelos de simulação numérica e otimizar a conceção das instalações de ventilação. A utilização de fumos artificiais facilita a visualização dos movimentos de ar: facilmente identificáveis, evidenciam as zonas de mistura, as entradas e saídas de ar, as recirculações, as fugas e as zonas mortas.

Estes ensaios ajudam a otimizar os desempenhos térmicos e aeráulicos dos edifícios, dos sistemas de ventilação e dos ambientes industriais, melhorando o conforto dos ocupantes, garantindo a qualidade do ar interior, otimizando a eficiência energética e reduzindo os riscos de incêndio. Em resumo, fornecem informações visuais preciosas sobre os fluxos de ar e a dispersão dos poluentes, e permitem validar as simulações numéricas.

Vídeos de auditoria ao fumo

É realizada uma montagem vídeo, sob a forma de um filme de alguns minutos. Os vídeos dos diferentes fenómenos são comentados em direto, sendo essas explicações completadas no relatório de medição. Particularmente eficazes para compreender in situ os mecanismos termoaeráulicos, estes vídeos detalham o protocolo de fumo e explicam de forma simples os fenómenos observados.

02 — Medições

Campanha de recolha de medições

Objetivo e protocolo

O objetivo é realizar um balanço dos sistemas instalados, medir as condições de temperatura interior e caracterizar as principais condições termoaeráulicas do espaço. Na indústria, realizamos auditorias ao fumo para calibrar as simulações numéricas face aos fenómenos reais. A auditoria compreende a recolha de medições de temperatura e de velocidade do ar, a análise dos deslocamentos dos fumos, a realização de um suporte vídeo e de um relatório que permite um retorno de experiência para todos os intervenientes.

Preparação

Antes da campanha, os dados meteorológicos (temperatura, velocidade e direção do vento) são registados em local desimpedido e ao nível do recinto; dois sensores autónomos de temperatura e de higrometria asseguram o registo contínuo das condições exteriores. Nos locais em produção, a fase de medição é acompanhada pelas equipas do local, a quem o protocolo é explicado previamente, a fim de evitar qualquer incidente durante a libertação dos fumos de ensaio.

Medições aeráulicas

Os ensaios são realizados com uma máquina de fumo dita «morna», que gera uma quantidade importante de fumo para apreender os movimentos macroscópicos. Os fumos provêm de um líquido à base de água e de glicol não poluente, autorizado em ERP. Procedemos por etapas sucessivas, das entradas de ar até à extração. Uma série de registos de velocidades do ar define as grandes tendências aeráulicas e os caudais de infiltração (cave, grelhas, janelas…). Cada ponto de medição é caracterizado por:

  • a sua localização (assinalada em planta e fotografada);
  • a velocidade do ar média (em 15 s no mínimo): anemómetro de hélice acima de 1 m/s, anemómetro de ambiente omnidirecional abaixo desse valor;
  • a temperatura do ar;
  • a direção do fluxo.

Uma cartografia dos fenómenos traça esquematicamente as circulações de ar observadas; as setas assinalam as modificações testadas (abertura de portas, grelhas…) e as zonas de desconforto são identificadas. Os ensaios podem também ser conduzidos nas zonas emissoras de poluentes para verificar a sua boa evacuação ou explicar as recirculações.

Estudo por termografia infravermelha

Em paralelo, nomeadamente para os locais com forte geração de calorias e com superfícies muito quentes que influenciam a aeráulica, está prevista uma fase de estudo com câmara térmica. Fotografias e vídeos infravermelhos identificam as temperaturas de todas as superfícies: úteis para localizar as trocas radiativas intensas (proximidade da envolvente de um forno, estagnação de ar quente…) e para calibrar os parâmetros de entrada das simulações.

03 — Resultados

Partilha dos resultados: relatório, esquemas aeráulicos, vídeos

O relatório de auditoria sintetiza o conjunto das medições e observações. Os níveis de temperatura e de velocidade do ar nos postos de trabalho são claramente apresentados, tal como as fontes de desconforto e as suas origens. Integra todos os vídeos de fumo, de câmara térmica e de recolha de medições, bem como recomendações de utilização formuladas à luz da experiência dos engenheiros e das constatações no local.

Por fim, é efetuada uma leitura crítica das simulações numéricas realizadas em fase de conceção: o objetivo é identificar os desvios entre a análise numérica e a realidade, a fim de determinar as suas causas (condições de entrada, fenómenos particulares…).

Especialidade: estudo das poeiras finas e pós

Especialidade: estudo da qualidade do ar interior

FAQ

Perguntas frequentes

O que operadores, responsáveis de HSE e gabinetes de estudos mais nos perguntam sobre a auditoria ao fumo.

Para que serve uma auditoria ao fumo?

Torna visíveis, no local, as circulações de ar reais de uma oficina, para diagnosticar uma poluição ou calibrar um modelo. Associada a um estudo das poeiras finas, orienta a captação.

A auditoria substitui a simulação?

Não, complementa-a: o ensaio mede um estado, a CFD estende a análise a todos os regimes de produção.

Quando realizar uma auditoria ao fumo?

Em caso de incómodo ou de empoeiramento constatado, antes de uma modificação de linha, ou para calibrar um modelo com a oficina real.

É compatível com a produção?

Sim: o fumo traçador é inofensivo e o ensaio conduz-se de forma controlada, em funcionamento ou em paragem.

O que contém a entrega?

A constatação das circulações, a comparação com as exigências e as pistas de captação ou de ventilação a estudar.

Mediateca · Indústrias

O ar, tornado visível.

Recirculações de massas de ar quente, plumas e sobreaquecimentos: as nossas auditorias in situ filmam aquilo que a CFD calcula.

Toda a mediateca
Ensaio de fumo — forno de 5 toneladasRecirculação das massas de ar quente
Termografia infravermelha — câmara frigorífica
Casos de uso · Setores

Onde intervêm as nossas auditorias termoaeráulicas?

Assim que uma oficina sofre sobreaquecimentos, recirculações de ar quente ou problemáticas de poluentes, a auditoria in situ estabelece o diagnóstico e calibra as simulações. Eis os contextos típicos.

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