Ensaio de fumo com fumo quente durante uma auditoria de controlo de fumos
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Especialidade · Controlo de fumos

Ensaios de fumo.

A EOLIOS realiza auditorias de fumo no âmbito do controlo de fumos e da verificação dos sistemas de segurança contra incêndios. Máquinas de fumo frio, fumo quente e focos do tipo Chardot para reproduzir e analisar a propagação dos fumos.

Fumo frio & fumo quenteFoco Chardot & hidrocarbonetosLeitura 2 min
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Conformidade verificada

Sistemas de controlo de fumos e aberturas de ventilação natural controlados em condições reais.

Propagação ilustrada

Vídeos e observações qualitativas da estratificação e dos ninhos de fumo encurralado.

Diálogo facilitado

Justificação da conceção perante as comissões de segurança e os gabinetes de controlo.

01 — Experiência

A EOLIOS, auditorias de fumo para o controlo de fumos e a segurança contra incêndios

A EOLIOS é um gabinete de estudos CFD especializado no estudo dos fenómenos térmicos e aeráulicos ligados aos riscos de foco de incêndio e à conceção dos sistemas de controlo de fumos.

Equipamento

  • Máquinas de fumo frio
  • Máquinas de fumo quente
  • Focos do tipo Chardot

Serviços

  • Ensaios de fumo frio
  • Ensaios de fumo quente
  • Auditoria aeráulica

Medição & aconselhamento

  • Medição de caudais
  • Qualificação de equipamento
  • Auditoria de segurança contra incêndios

Oferecemos a nossa experiência técnica para modelar e simular estes fenómenos, a fim de o aconselhar e de resolver as problemáticas encontradas nos seus projetos no âmbito da segurança contra incêndios. Estamos em condições de propor soluções adaptadas a estas problemáticas, com vista a otimizar a segurança e a prevenção de incêndios.

02 — Definição

O que é um ensaio de fumo em engenharia de controlo de fumos?

Qual é o objetivo da engenharia de controlo de fumos?

O controlo de fumos tem por objeto extrair, no início do incêndio, uma parte dos fumos e dos gases de combustão a fim de manter praticáveis os percursos destinados à evacuação do público. A engenharia de controlo de fumos visa igualmente limitar a propagação do incêndio e facilitar a intervenção dos meios de socorro.

A norma IT 246 (Instrução Técnica 246) precisa as regras de execução do controlo de fumos nos estabelecimentos que recebem público (ERP). Descreve as soluções que permitem assegurar a proteção contra os fumos ou a extração de fumo das escadas, das circulações horizontais, dos compartimentos e dos locais. As disposições particulares, próprias de cada tipo de estabelecimento, são também precisadas. Esta instrução técnica é utilizada para assegurar a segurança das pessoas em caso de incêndio.

Ensaio de fumo — estudo de um foco de incêndio num quarto de hospital
Ensaio de fumo — foco de incêndio em quarto de hospital
Ensaio de fumo em edifício — propagação dos fumos
Propagação dos fumos em edifício

O que é um ensaio de fumo?

Podem ser-lhe exigidos ensaios de fumo pela comissão de segurança ou pelos gabinetes de controlo. Podem ser realizados pelos proprietários e exploradores dos ERP aquando de uma construção ou em curso de exploração, em caso de modificação dos sistemas de controlo de fumos existentes, a fim de respeitar as medidas de prevenção e de salvaguarda que asseguram a segurança das pessoas.

Um ensaio de fumo é um teste que consiste em produzir fumo num espaço fechado para estudar o seu deslocamento.

Simulação e ensaio de fumo — propagação dos fumos sem fumo frio
Estudo da propagação dos fumos
Ensaio de fumo em quarto de hospital — espaço de armazenamento
Quarto de hospital — espaço de armazenamento
03 — Decorrer

Como decorre um ensaio de fumo?

Qual é a diferença entre um ensaio de fumo frio e um ensaio de fumo quente?

O ensaio de fumo dito « frio » é efetuado com fumo não tóxico, à temperatura ambiente ou ligeiramente mais frio. É produzido por um gerador que vaporiza uma solução de água e glicol (ou outra substância não tóxica) para produzir um fumo visível. Estes ensaios são geralmente realizados quando as restrições de exploração o exigem ou quando a integridade dos locais deve ser conservada. Permitem principalmente estudar o varrimento, sendo a temperatura dos fumos globalmente semelhante à do ar. A sua limitação: o fumo traçador não reproduz o comportamento dos fumos de incêndio, fortemente sujeitos aos efeitos da temperatura.

O ensaio de fumo dito « quente » utiliza um fumo gerado por um queimador a combustível, a uma temperatura muito mais elevada. Estes ensaios podem ser realizados em fase de obra ou quando as restrições de preservação das obras são menos fortes (túnel, parque de estacionamento…). O comportamento dos fumos aproxima-se então do dos fumos resultantes de um incêndio real, reproduzindo os fenómenos de estratificação ao longo de várias dezenas de metros à volta do foco. Para este tipo de ensaios utilizam-se geralmente processos de combustão: os mais conhecidos são a « mistura Chardot » e as tinas de hidrocarbonetos.

Quais são as diferentes etapas de uma auditoria de fumo?

A escolha do tipo de fumo é feita em função das circunstâncias e dos imperativos da missão. No âmbito de ensaios de fumo quente, pode ser proposto um foco tipo a fim de obter uma potência calorífica semelhante a um foco de incêndio coerente com os combustíveis disponíveis no local. Durante o ensaio, é utilizado um gerador para produzir fumo no interior da estrutura ou dos espaços a testar.

Porquê realizar um ensaio de fumo no âmbito do controlo de fumos?

Os ensaios de fumo permitem verificar que os sistemas de controlo de fumos e as diferentes aberturas de ventilação natural estão conformes. Analisamos os ninhos de fumo nas zonas encurraladas e formulamos sugestões estruturais e técnicas para manter as vias de evacuação livres de fumo. Com o apoio de vídeos, ilustramos a propagação dos fumos. Os ensaios permitem validar, ou acordar, as medidas necessárias, em concertação com todos os intervenientes na conceção.

Este tipo de auditoria permite-nos organizar as discussões com os gabinetes de controlo de forma a justificar a conceção à luz de uma interpretação da norma.

Saber-fazer: engenharia de extração de fumos

Saber-fazer: modelação dinâmica da evacuação de pessoas

Projeto: extração de fumo num centro de dados

FAQ

Perguntas frequentes

O que os donos de obra, exploradores e gabinetes de controlo mais nos perguntam sobre os ensaios de fumo.

Para que serve um ensaio de fumo?

Torna visível, no local, o comportamento real dos fumos e do ar, para verificar um controlo de fumos existente ou calibrar um modelo. Acoplado à simulação de controlo de fumos, confronta o real com o cálculo e fiabiliza a justificação.

O ensaio substitui a simulação?

Não, complementa-a: o ensaio mede um estado pontual, a CFD estende a análise a todos os cenários e às configurações não testáveis em exploração.

Quando realizar um ensaio de fumo?

Na receção de uma instalação, perante uma dúvida sobre a sua eficácia, ou a montante de um estudo para calibrar o modelo no edifício real.

É seguro para a exploração?

Sim: o fumo traçador é inofensivo e o ensaio conduz-se de forma controlada, muitas vezes sem a presença do público.

O que contém o entregável?

O registo visual e medido das circulações, a comparação com as exigências e, se for o caso, os desvios a corrigir antes da validação.

Mediateca · Controlo de fumos

O fumo, tornado visível.

Ensaios de fumo e simulações FDS: visualizamos a propagação dos fumos e validamos os cenários de colocação em segurança.

Toda a mediateca
Foco de incêndio — teatroSimulação FDS do controlo de fumos
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Campo de temperatura
Casos de uso · Setores

Onde intervêm os nossos ensaios de fumo?

Sempre que um sistema de controlo de fumos tem de ser verificado, justificado perante uma comissão de segurança ou testado em condições reais, o ensaio de fumo traz a prova pela imagem. Eis os contextos tipo.

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